terça-feira, 9 de outubro de 2007

Amor fingido

















De olhos de brilho apagado
De amores despeitados
De silêncios forçados
Triste marinheiro
Que navega perdido

De coração traído
De pensamento em dor
Segue este marinheiro
Sem alma e amor

Da memoria mentida
Da hipocrisia sentida
Chora o marinheiro
Pelo falso amor

Por uma mulher má
Me apaixonei
Meu amor lhe entreguei
Que de mentira o matou

Das longas noites de lua cheia
Guardo a memória da ousadia
De um amor fingido
Que a mentira levou

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